Objetivo da Aula
Ao final desta aula, o aluno será capaz de:
- Compreender que a comunicação humana se organiza em torno de seis elementos, e que cada um deles dá origem a uma função da linguagem específica;
- Diferenciar as três primeiras funções: Referencial (foco na informação), Emotiva (foco em quem fala) e Conativa (foco em quem ouve);
- Identificar a função predominante em textos do cotidiano e de provas;
- Relacionar a escolha da função linguística com a variação situacional estudada na Aula 1.
Por que isso é importante?
Na Aula 1, você descobriu que a língua varia conforme o lugar, a época, o grupo social e a situação. Mas, além de variar em sua forma, a linguagem também varia em sua intenção. Quando você fala ou escreve, sempre tem um objetivo principal: informar algo, expressar um sentimento, convencer alguém a fazer alguma coisa, estabelecer um contato, explicar uma palavra ou criar um efeito artístico.
Esses objetivos não são aleatórios. Eles se organizam em um sistema de seis funções da linguagem, que descrevem para onde a atenção do emissor está voltada. Dominar essas funções é importante porque:
· Na leitura, você consegue perceber a intenção do autor e avaliar se ele está sendo objetivo, emocional, persuasivo, etc.
· Na escrita, você pode controlar o efeito que suas palavras produzem, escolhendo a função adequada ao seu propósito.
· Nas provas, as bancas costumam perguntar qual função predomina em um texto — e, para responder, é preciso saber onde o autor colocou o foco.
Nesta aula, vamos começar conhecendo os três primeiros "modos" de usar a linguagem: o modo da informação, o modo da emoção e o modo da persuasão.
Esses objetivos não são aleatórios. Eles se organizam em um sistema de seis funções da linguagem, que descrevem para onde a atenção do emissor está voltada. Dominar essas funções é importante porque:
· Na leitura, você consegue perceber a intenção do autor e avaliar se ele está sendo objetivo, emocional, persuasivo, etc.
· Na escrita, você pode controlar o efeito que suas palavras produzem, escolhendo a função adequada ao seu propósito.
· Nas provas, as bancas costumam perguntar qual função predomina em um texto — e, para responder, é preciso saber onde o autor colocou o foco.
Nesta aula, vamos começar conhecendo os três primeiros "modos" de usar a linguagem: o modo da informação, o modo da emoção e o modo da persuasão.
Contexto Curioso
Antes de chegarmos às funções, é útil conhecer uma metáfora que os linguistas usam para explicar a comunicação: o circuito da fala. Imagine que a comunicação é como uma corrente elétrica que precisa de vários componentes para funcionar. Se falta um deles, a corrente não passa. Os componentes são: uma fonte que gera a energia (o emissor), um aparelho que a recebe (o receptor), a mensagem que é transmitida, o assunto sobre o qual se fala (o contexto), o código que transforma as ideias em palavras e o canal que liga tudo.
O que as funções da linguagem fazem é iluminar um desses componentes de cada vez. Quando um fala, a comunicação se inclina para um lado ou para outro, dependendo do que se quer obter. Vamos ver como isso acontece.
O que as funções da linguagem fazem é iluminar um desses componentes de cada vez. Quando um fala, a comunicação se inclina para um lado ou para outro, dependendo do que se quer obter. Vamos ver como isso acontece.
Teoria Explicada do Zero
O Circuito da Comunicação
Para entender as funções, primeiro precisamos visualizar os seis elementos que participam de qualquer ato comunicativo. Pense em uma cena simples: um amigo lhe envia uma mensagem de texto.
Cada um desses elementos pode se tornar o centro da comunicação. Quando o emissor concentra sua atenção em um deles, a mensagem assume uma função específica. Hoje, vamos examinar o que acontece quando os holofotes se voltam para o contexto, o emissor e o receptor.
Função Referencial: Quando o Centro é o Assunto
A primeira possibilidade é quando o emissor quer apenas informar. Sua atenção está voltada para o contexto — o fato, o dado, o acontecimento. Ele não quer expor suas opiniões nem persuadir ninguém; quer apenas relatar a realidade de forma objetiva. Essa é a função referencial (também chamada de denotativa).
Características principais:
· Linguagem objetiva, sem marcas de opinião.
· Predomínio da 3ª pessoa ("ele", "ela", "o governo", "a empresa").
· Uso do sentido literal (denotação).
· Aparece em notícias, relatórios, artigos científicos, bulas de remédio.
"Segundo o instituto de meteorologia, a temperatura máxima na capital será de 34 graus Celsius amanhã."
— Aqui, o foco está na informação. O emissor não está feliz ou triste com o calor; está simplesmente relatando o que foi previsto.
A função referencial é a base do jornalismo informativo e da divulgação científica. Quando você lê uma notícia, espera que o jornalista seja o mais neutro possível, deixando suas opiniões de lado.
Função Emotiva: Quando o Centro é Quem Fala
Agora imagine que o emissor não queira apenas informar, mas expressar o que sente. Os holofotes se voltam para ele mesmo — suas emoções, suas opiniões, suas impressões pessoais. Essa é a função emotiva (ou expressiva).
Características principais:
· Linguagem subjetiva, carregada de sentimentos.
· Uso da 1ª pessoa ("eu", "nós", "meu", "minha").
· Presença de interjeições ("Ah!", "Nossa!") e exclamações ("Que maravilha!").
· Aparece em diários pessoais, cartas, poemas líricos, depoimentos.
"Fiquei extremamente feliz com essa notícia! Eu sabia que você conseguiria."
— O centro da mensagem é o emissor. O que importa não é a notícia em si, mas a alegria que ela causou.
A função emotiva está muito presente nas redes sociais, onde as pessoas compartilham constantemente suas reações e sentimentos. Também é a alma da poesia lírica, em que o poeta fala de seu mundo interior.
Função Conativa: Quando o Centro é Quem Ouve
Há uma terceira possibilidade: o emissor quer influenciar o receptor — convencê-lo a fazer algo, a comprar algo, a acreditar em algo. Os holofotes se voltam para quem recebe a mensagem. Essa é a função conativa (ou apelativa).
Características principais:
· Uso de verbos no imperativo ("Compre!", "Faça!", "Venha!").
· Presença de pronomes de 2ª pessoa ("você", "teu") e vocativos ("Amigo, preste atenção!").
· Linguagem persuasiva, que busca provocar uma ação.
· Aparece em anúncios publicitários, discursos políticos, sermões, receitas culinárias, manuais de instrução.
"Garanta já o seu! Não perca esta oportunidade única."
— O foco está no receptor. A intenção não é informar nem expressar um sentimento, mas fazer o leitor agir.
A função conativa é a linguagem da propaganda, do marketing e da política. Quando um candidato diz "Vote em mim", ele está usando a função conativa.
Para entender as funções, primeiro precisamos visualizar os seis elementos que participam de qualquer ato comunicativo. Pense em uma cena simples: um amigo lhe envia uma mensagem de texto.
| Elemento | O que representa? | Na cena do amigo... |
| Emissor | Quem emite, codifica e envia a mensagem. | Seu amigo, que teve a iniciativa de falar com você. |
| Receptor | Quem recebe, decodifica e interpreta a mensagem. | Você, que lê e processa o que foi enviado. |
| Mensagem | O conjunto de informações transmitidas. | O conteúdo do convite (ex: "Bora no shopping sábado?"). |
| Referente (Contexto) | O assunto, a situação ou o mundo real ao qual a mensagem remete. | O passeio planejado para o fim de semana. |
| Código | O sistema de signos e regras utilizado para construir a mensagem. | A Língua Portuguesa (escrita, com gírias ou abreviações). |
| Canal (Contato) | O meio físico que transporta a mensagem e o vínculo entre as partes. | O smartphone/WhatsApp (meio físico) e a conexão de rede. |
Cada um desses elementos pode se tornar o centro da comunicação. Quando o emissor concentra sua atenção em um deles, a mensagem assume uma função específica. Hoje, vamos examinar o que acontece quando os holofotes se voltam para o contexto, o emissor e o receptor.
Função Referencial: Quando o Centro é o Assunto
A primeira possibilidade é quando o emissor quer apenas informar. Sua atenção está voltada para o contexto — o fato, o dado, o acontecimento. Ele não quer expor suas opiniões nem persuadir ninguém; quer apenas relatar a realidade de forma objetiva. Essa é a função referencial (também chamada de denotativa).
Características principais:
· Linguagem objetiva, sem marcas de opinião.
· Predomínio da 3ª pessoa ("ele", "ela", "o governo", "a empresa").
· Uso do sentido literal (denotação).
· Aparece em notícias, relatórios, artigos científicos, bulas de remédio.
"Segundo o instituto de meteorologia, a temperatura máxima na capital será de 34 graus Celsius amanhã."
— Aqui, o foco está na informação. O emissor não está feliz ou triste com o calor; está simplesmente relatando o que foi previsto.
A função referencial é a base do jornalismo informativo e da divulgação científica. Quando você lê uma notícia, espera que o jornalista seja o mais neutro possível, deixando suas opiniões de lado.
Função Emotiva: Quando o Centro é Quem Fala
Agora imagine que o emissor não queira apenas informar, mas expressar o que sente. Os holofotes se voltam para ele mesmo — suas emoções, suas opiniões, suas impressões pessoais. Essa é a função emotiva (ou expressiva).
Características principais:
· Linguagem subjetiva, carregada de sentimentos.
· Uso da 1ª pessoa ("eu", "nós", "meu", "minha").
· Presença de interjeições ("Ah!", "Nossa!") e exclamações ("Que maravilha!").
· Aparece em diários pessoais, cartas, poemas líricos, depoimentos.
"Fiquei extremamente feliz com essa notícia! Eu sabia que você conseguiria."
— O centro da mensagem é o emissor. O que importa não é a notícia em si, mas a alegria que ela causou.
A função emotiva está muito presente nas redes sociais, onde as pessoas compartilham constantemente suas reações e sentimentos. Também é a alma da poesia lírica, em que o poeta fala de seu mundo interior.
Função Conativa: Quando o Centro é Quem Ouve
Há uma terceira possibilidade: o emissor quer influenciar o receptor — convencê-lo a fazer algo, a comprar algo, a acreditar em algo. Os holofotes se voltam para quem recebe a mensagem. Essa é a função conativa (ou apelativa).
Características principais:
· Uso de verbos no imperativo ("Compre!", "Faça!", "Venha!").
· Presença de pronomes de 2ª pessoa ("você", "teu") e vocativos ("Amigo, preste atenção!").
· Linguagem persuasiva, que busca provocar uma ação.
· Aparece em anúncios publicitários, discursos políticos, sermões, receitas culinárias, manuais de instrução.
"Garanta já o seu! Não perca esta oportunidade única."
— O foco está no receptor. A intenção não é informar nem expressar um sentimento, mas fazer o leitor agir.
A função conativa é a linguagem da propaganda, do marketing e da política. Quando um candidato diz "Vote em mim", ele está usando a função conativa.
Relacionando as Três Funções
Repare que essas três funções correspondem a três posturas diferentes do emissor diante da comunicação:
· Na referencial, ele se afasta, apaga suas marcas pessoais e deixa o fato falar por si.
· Na emotiva, ele se aproxima, colocando suas emoções em primeiro plano.
· Na conativa, ele se dirige ao outro, tentando moldar seu comportamento.
Um mesmo assunto pode ser tratado por qualquer uma das três. Veja o exemplo:
· Referencial: "O governo anunciou a criação de mil novas vagas em escolas técnicas." (informa o fato)
· Emotiva: "Fiquei muito esperançoso com a notícia das novas vagas nas escolas!" (expressa o sentimento do emissor)
· Conativa: "Não deixe passar essa chance! Inscreva-se já nas novas vagas das escolas técnicas." (convence o receptor a agir)
Essa flexibilidade mostra que a língua é uma ferramenta que se adapta às intenções de quem a usa. E, como você deve lembrar da Aula 1, também se adapta à situação comunicativa: em contextos formais, a função referencial costuma predominar; em contextos informais e pessoais, a emotiva; e em contextos de convencimento, a conativa.
· Na referencial, ele se afasta, apaga suas marcas pessoais e deixa o fato falar por si.
· Na emotiva, ele se aproxima, colocando suas emoções em primeiro plano.
· Na conativa, ele se dirige ao outro, tentando moldar seu comportamento.
Um mesmo assunto pode ser tratado por qualquer uma das três. Veja o exemplo:
· Referencial: "O governo anunciou a criação de mil novas vagas em escolas técnicas." (informa o fato)
· Emotiva: "Fiquei muito esperançoso com a notícia das novas vagas nas escolas!" (expressa o sentimento do emissor)
· Conativa: "Não deixe passar essa chance! Inscreva-se já nas novas vagas das escolas técnicas." (convence o receptor a agir)
Essa flexibilidade mostra que a língua é uma ferramenta que se adapta às intenções de quem a usa. E, como você deve lembrar da Aula 1, também se adapta à situação comunicativa: em contextos formais, a função referencial costuma predominar; em contextos informais e pessoais, a emotiva; e em contextos de convencimento, a conativa.
Exemplos Comentados
Exemplo 1 – Função Referencial:
· "O relatório trimestral aponta um crescimento de 2,5% nas vendas do setor varejista."
-> Análise: O foco está no contexto (os dados do relatório). A linguagem é objetiva, sem marcas de opinião. O emissor não se expressa nem tenta convencer; apenas informa.
Exemplo 2 – Função Emotiva:
· "Estou radiante! Não acredito que finalmente terminei a monografia."
-> Análise: O foco está no emissor ("Estou radiante", "terminei minha monografia"). A mensagem expressa uma emoção pessoal.
Exemplo 3 – Função Conativa:
· "Não espere mais! Comece hoje mesmo a construir o futuro que você merece. Ligue já!"
-> Análise: O foco está no receptor, que é convocado a agir por meio de verbos no imperativo ("Não espere", "Comece", "Ligue").
· "O relatório trimestral aponta um crescimento de 2,5% nas vendas do setor varejista."
-> Análise: O foco está no contexto (os dados do relatório). A linguagem é objetiva, sem marcas de opinião. O emissor não se expressa nem tenta convencer; apenas informa.
Exemplo 2 – Função Emotiva:
· "Estou radiante! Não acredito que finalmente terminei a monografia."
-> Análise: O foco está no emissor ("Estou radiante", "terminei minha monografia"). A mensagem expressa uma emoção pessoal.
Exemplo 3 – Função Conativa:
· "Não espere mais! Comece hoje mesmo a construir o futuro que você merece. Ligue já!"
-> Análise: O foco está no receptor, que é convocado a agir por meio de verbos no imperativo ("Não espere", "Comece", "Ligue").
O Essencial (Guarde Isso)
- A comunicação tem seis elementos: emissor, receptor, mensagem, contexto, código e contato.
- Função Referencial: Foco no CONTEXTO. Informativa, objetiva, 3ª pessoa. (Ex.: "A inflação caiu 0,5%.")
- Função Emotiva: Foco no EMISSOR. Expressa sentimentos, 1ª pessoa. (Ex.: "Estou muito feliz!")
- Função Conativa: Foco no RECEPTOR. Persuasiva, usa imperativo. (Ex.: "Compre agora!")
Dicas Práticas
Dica 1 (A pergunta que identifica a função): Diante de um texto, pergunte-se: "Qual é a intenção principal do emissor?" Se a resposta for "informar algo de forma neutra", a função é referencial. Se for "expressar o que ele sente", é emotiva. Se for "fazer o leitor agir", é conativa.
Dica 2 (Pronomes e pessoas): Um bom indicativo é a pessoa gramatical que predomina. Textos em 3ª pessoa tendem a ser referenciais. Textos em 1ª pessoa, emotivos. Textos que interpelam o leitor com "você" e verbos no imperativo tendem a ser conativos.
Dica 3 (Funções misturadas): Um texto publicitário pode ter a função conativa como predominante ("Compre já!"), mas também usar a função poética (com um slogan criativo e rimado). Na prova, a pergunta será sobre a função predominante, e não sobre as secundárias.
Dica 2 (Pronomes e pessoas): Um bom indicativo é a pessoa gramatical que predomina. Textos em 3ª pessoa tendem a ser referenciais. Textos em 1ª pessoa, emotivos. Textos que interpelam o leitor com "você" e verbos no imperativo tendem a ser conativos.
Dica 3 (Funções misturadas): Um texto publicitário pode ter a função conativa como predominante ("Compre já!"), mas também usar a função poética (com um slogan criativo e rimado). Na prova, a pergunta será sobre a função predominante, e não sobre as secundárias.
Dúvidas Frequentes
Um texto pode ter mais de uma função?
Sim, perfeitamente. Uma carta de amor, por exemplo, pode ser predominantemente emotiva, mas também conter trechos referenciais ("Chegarei na sexta") e conativos ("Espere por mim"). A questão da prova vai pedir a função predominante.
Qual a diferença entre função referencial e função emotiva?
A referencial fala do mundo; a emotiva fala do emissor. "O Brasil venceu a partida" (referencial). "Fiquei emocionado com a vitória do Brasil" (emotiva).
"Bom dia" é função fática ou conativa?
Essa é uma ótima pergunta, e a resposta está na Aula 3, quando estudaremos as outras três funções da linguagem. O "Bom dia" é um exemplo clássico de função fática, que serve para estabelecer contato, e não para persuadir.
Sim, perfeitamente. Uma carta de amor, por exemplo, pode ser predominantemente emotiva, mas também conter trechos referenciais ("Chegarei na sexta") e conativos ("Espere por mim"). A questão da prova vai pedir a função predominante.
Qual a diferença entre função referencial e função emotiva?
A referencial fala do mundo; a emotiva fala do emissor. "O Brasil venceu a partida" (referencial). "Fiquei emocionado com a vitória do Brasil" (emotiva).
"Bom dia" é função fática ou conativa?
Essa é uma ótima pergunta, e a resposta está na Aula 3, quando estudaremos as outras três funções da linguagem. O "Bom dia" é um exemplo clássico de função fática, que serve para estabelecer contato, e não para persuadir.
Exercícios
Nível FácilQuestão 1 – Identifique a função da linguagem predominante em cada frase: (R) Referencial, (E) Emotiva, (C) Conativa.
a) ( ) "Estou muito feliz por ter você em minha vida."
b) ( ) "Compre dois e leve três! Promoção válida até hoje."
c) ( ) "O Brasil conquistou três medalhas de ouro no primeiro dia de competição."
d) ( ) "Não acredito que você fez isso! Estou profundamente decepcionado."
e) ( ) "Vote em mim para um futuro melhor."
Questão 2 – Marque a opção em que a função predominante é a REFERENCIAL.
a) "Fiquei emocionado com o filme."
b) "O filme tem duas horas e trinta minutos de duração."
c) "Assista a este filme! Você vai adorar."
d) "Ah, que filme maravilhoso!"
Questão 3 – Reescreva a frase abaixo de três maneiras diferentes, de modo que ela exemplifique, respectivamente, as funções Referencial, Emotiva e Conativa.
Tema: "chuva".
· Referencial: ________________________________________________
· Emotiva: ________________________________________________
· Conativa: ________________________________________________
Nível MédioQuestão 4 – Leia o texto e responda:
"A receita é simples. Em primeiro lugar, misture bem os ovos e a farinha. Em seguida, acrescente o leite aos poucos. Por fim, leve ao forno por quarenta minutos."
a) Identifique a função da linguagem predominante no texto.
b) Justifique sua resposta com base nos elementos da comunicação.
Questão 5 – Identifique a função da linguagem predominante em cada trecho de jornal fictício, classificando-o como Referencial, Emotiva ou Conativa.
a) "A previsão do tempo indica fortes chuvas para a região Sul neste fim de semana." ( )
b) "Fiquei impressionado com a rapidez da resposta dos bombeiros!" — afirmou o morador. ( )
c) "Participe da campanha de doação de agasalhos! O inverno está chegando e muitos precisam de sua ajuda." ( )
a) ( ) "Estou muito feliz por ter você em minha vida."
b) ( ) "Compre dois e leve três! Promoção válida até hoje."
c) ( ) "O Brasil conquistou três medalhas de ouro no primeiro dia de competição."
d) ( ) "Não acredito que você fez isso! Estou profundamente decepcionado."
e) ( ) "Vote em mim para um futuro melhor."
Questão 2 – Marque a opção em que a função predominante é a REFERENCIAL.
a) "Fiquei emocionado com o filme."
b) "O filme tem duas horas e trinta minutos de duração."
c) "Assista a este filme! Você vai adorar."
d) "Ah, que filme maravilhoso!"
Questão 3 – Reescreva a frase abaixo de três maneiras diferentes, de modo que ela exemplifique, respectivamente, as funções Referencial, Emotiva e Conativa.
Tema: "chuva".
· Referencial: ________________________________________________
· Emotiva: ________________________________________________
· Conativa: ________________________________________________
Nível MédioQuestão 4 – Leia o texto e responda:
"A receita é simples. Em primeiro lugar, misture bem os ovos e a farinha. Em seguida, acrescente o leite aos poucos. Por fim, leve ao forno por quarenta minutos."
a) Identifique a função da linguagem predominante no texto.
b) Justifique sua resposta com base nos elementos da comunicação.
Questão 5 – Identifique a função da linguagem predominante em cada trecho de jornal fictício, classificando-o como Referencial, Emotiva ou Conativa.
a) "A previsão do tempo indica fortes chuvas para a região Sul neste fim de semana." ( )
b) "Fiquei impressionado com a rapidez da resposta dos bombeiros!" — afirmou o morador. ( )
c) "Participe da campanha de doação de agasalhos! O inverno está chegando e muitos precisam de sua ajuda." ( )
Gabarito Comentado
Questão 1
a) (E) Emotiva. Foco nos sentimentos do emissor ("estou muito feliz").
b) (C) Conativa. Verbos no imperativo ("Compre", "leve"), foco em persuadir.
c) (R) Referencial. Informação objetiva, em 3ª pessoa.
d) (E) Emotiva. Expressão de decepção e incredulidade do emissor.
e) (C) Conativa. Imperativo ("Vote em mim") e foco em moldar o comportamento do receptor.
Questão 2
b) A frase informa um dado objetivo sobre o filme (duração) sem expressar opinião. As demais: a é emotiva; c é conativa; d é emotiva.
Questão 3 (Respostas possíveis)
· Referencial: "A chuva começou às 15 horas e acumulou 30 milímetros em duas horas."
· Emotiva: "Adoro o cheiro de terra molhada depois da chuva; isso me traz uma paz imensa."
· Conativa: "Não se esqueça do guarda-chuva! Está chovendo muito lá fora."
Questão 4
a) Função Conativa.
b) O foco está no receptor, que recebe instruções precisas para agir. Os verbos estão no modo imperativo ("misture", "acrescente", "leve"), indicando comandos, e o objetivo é orientar a ação do leitor.
Questão 5
a) Referencial. A frase transmite uma informação objetiva sobre a previsão do tempo.
b) Emotiva. A frase expressa um sentimento pessoal ("impressionado") do morador, que é o emissor.
c) Conativa. A frase usa o imperativo ("Participe") e apela diretamente ao leitor, buscando persuadi-lo a doar.
a) (E) Emotiva. Foco nos sentimentos do emissor ("estou muito feliz").
b) (C) Conativa. Verbos no imperativo ("Compre", "leve"), foco em persuadir.
c) (R) Referencial. Informação objetiva, em 3ª pessoa.
d) (E) Emotiva. Expressão de decepção e incredulidade do emissor.
e) (C) Conativa. Imperativo ("Vote em mim") e foco em moldar o comportamento do receptor.
Questão 2
b) A frase informa um dado objetivo sobre o filme (duração) sem expressar opinião. As demais: a é emotiva; c é conativa; d é emotiva.
Questão 3 (Respostas possíveis)
· Referencial: "A chuva começou às 15 horas e acumulou 30 milímetros em duas horas."
· Emotiva: "Adoro o cheiro de terra molhada depois da chuva; isso me traz uma paz imensa."
· Conativa: "Não se esqueça do guarda-chuva! Está chovendo muito lá fora."
Questão 4
a) Função Conativa.
b) O foco está no receptor, que recebe instruções precisas para agir. Os verbos estão no modo imperativo ("misture", "acrescente", "leve"), indicando comandos, e o objetivo é orientar a ação do leitor.
Questão 5
a) Referencial. A frase transmite uma informação objetiva sobre a previsão do tempo.
b) Emotiva. A frase expressa um sentimento pessoal ("impressionado") do morador, que é o emissor.
c) Conativa. A frase usa o imperativo ("Participe") e apela diretamente ao leitor, buscando persuadi-lo a doar.
Checklist da Aula 2
- Compreendi os seis elementos da comunicação.
- Sei identificar a função Referencial (foco no contexto, informativa).
- Sei identificar a função Emotiva (foco no emissor, expressiva).
- Sei identificar a função Conativa (foco no receptor, persuasiva).
- Relacionei as funções com a intenção do emissor.
- Resolvi os exercícios e compreendi meus erros.
- Estou preparado(a) para a Aula 3 – As Funções da Linguagem (Parte II): Fática, Metalinguística e Poética.
Ligação com a Próxima Aula
Você agora conhece três das seis funções da linguagem: a que informa, a que expressa emoções e a que persuade. Mas a comunicação humana tem outras necessidades. O que acontece quando queremos apenas testar se alguém está nos ouvindo? E quando usamos a língua para explicar a própria língua? E quando o foco está na beleza da mensagem em si?
Na Aula 3 – As Funções da Linguagem (Parte II): Fática, Metalinguística e Poética, vamos concluir nosso estudo conhecendo essas três outras funções. Até lá!
Na Aula 3 – As Funções da Linguagem (Parte II): Fática, Metalinguística e Poética, vamos concluir nosso estudo conhecendo essas três outras funções. Até lá!